segunda-feira, 6 de junho de 2011

“Semana Mundial do Meio Ambiente e Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil” Contaminação de Crianças por Agrotóxicos e Criança no Lixo, Nunca Mais.

O Ministério Público do Estado do Paraná, por intermédio dos Centros de Apoio Operacional às Promotorias de Proteção ao Meio Ambiente e da Criança e Adolescente e do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional e o Ministério Público do Trabalho promovem no dia 10 de junho de 2011 das 09h às 17h, o seminário “Semana Mundial do Meio Ambiente e Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil” – Contaminação de Crianças por Agrotóxicos e Criança no Lixo, Nunca Mais.

O evento tem como objetivo discutir os impactos dos agrotóxicos na saúde de crianças e adolescentes e retirar crianças e adolescentes dos lixões.

Contará com a parceria do Ministério Público do Trabalho; Secretaria de Estado da Saúde; Fórum de Erradicação e Prevenção do Trabalho Infantil do Paraná; Fórum Lixo e Cidadania do Paraná e Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis – Comissão Paraná e apoio da Subprocuradoria Administrativa - COE - Coordenação Executiva/ AGGSA - Assessoria de Governança em Gestão Socioambiental do Ministério Público do PR; Secretarias de Estado integrantes do Fórum de Erradicação e Prevenção do Trabalho Infantil; Fórum contra os Agrotóxicos e Controle do Tabaco.

O referido evento terá um total de 06 horas contemplado por meio de palestras e debates com participação presencial e transmitido ao vivo pela internet (webcast), a realizar-se no Auditório Ary Florêncio Guimarães, na sede do MPPR, localizada na Rua Marechal Hermes, 751, Centro Cívico, Curitiba/PR.

PÚBLICO ALVO: Procuradores da República, Procuradores, promotores, servidores e estagiários do MPPR. Agentes governamentais, promotores de justiça, procuradores do trabalho, conselheiros tutelares, conselheiros de direito, educadores da rede de ensino público, técnicos do meio ambiente, trabalho, assistência social e saúde, estudantes, profissionais liberais, organizações não governamentais.

CERTIFICADOS: serão entregues, ao final do evento, para àqueles que participarem presencialmente. Para os membros, servidores e estagiários do MPPR que assistirem por webcast e desejarem receber certificado, deverão responder a questionamentos disponibilizados na página do Centro de Estudos a partir do dia 13 de junho de 2011: www.ceaf.mp.pr.gov.br/index.php.

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sexta-feira, 3 de junho de 2011

RUSSIA PROIBE CARNE PRODUZIDA NO BRASIL

Como sempre o Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA costuma "tapar o sol com peneira". Paga-se o preço pelo não controle no comércio e uso das drogas veterinárias, praguicidas e outros contaminantes, na produção bovina, suína e de frangos.

Acreditam que a impunidade que impera nestas linhas abaixo do equador, também acontecerá lá fora acreditando-se que com meia duzia de conversa consegue-se levar todo mundo no "bico". Ledo engano, de tempos em tempos, lá estão de novo o MAPA e o Itamarati, tentando consertar os estragos que ficam na imagem e no bolso do Brasil, fruto da irresponsabilidade dos "espertos" e de seus técnicos, também "espertinhos".

Parece que é dificil entender que drogas veterinárias, praguicidas, etc, deixam resíduos em alimentos, sejam verduras ou carnes e, que lá fora os governos, diferente do daqui, estão sim preocupados com a saúde de sua população. Sendo assim, mais carne está sendo embargada, leiam a matéria publicada no Globo Rural, ontem:

A Rússia anunciou nesta quinta-feira (02/06) que a partir do próximo dia 15 de junho estarão proibidas as importações de carne e produtos de carnes de 89 empresas de três estados brasileiros: Mato Grosso, Rio Grande do Sul e Paraná.

"Com esta decisão, expressamos nossa desconfiança com relação aos serviços veterinários destes estados, que não puderam garantir o cumprimento dos requisitos", afirmou Alexéi Alexéyenko, porta-voz da Inspeção Sanitária Agrícola da Rússia (Isar).

A inspeção realizada este ano no Brasil revelou várias deficiências no funcionamento dos serviços veterinários do país sul-americano, apontou Alexéyenko em declarações à agência "Interfax".

Da forma como está estabelecido o programa de controle veterinário vigente no Brasil, são poucas as amostras de carne submetidas a testes, pelo que não se pode garantir a qualidade de toda a produção procedente do Brasil, ressaltou.

Além disso, as empresas sancionadas não realizaram nos últimos três anos comprovações da presença de mercúrio, praguicidas e dioxinas em sua produção, explicou o representante da Isar. Alexéyenko acrescentou que mais de 260 carregamentos de carne desses produtores continham parasitas e bactérias de diferentes tipos.
Abipecs

O presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro de Camargo Neto, disse nesta quinta-feira (02/06) que confia em uma solução favorável em relação ao embargo russo a 85 frigoríficos brasileiros. "Espero que o Ministério (da Agricultura), com o qual já entrei em contato, resolva essa situação até lá", disse o executivo, ressaltando que o problema não prejudica somente o setor de suínos, que tem na Rússia o principal comprador da proteína brasileira, mas também o de aves e o de bovinos.

Atualmente, o Brasil é um dos principais provedores de carne à Rússia, com 35% das importações de carne de porco, 45% da bovina e 19% da carne de aves, segundo os dados do Instituto de Marketing Agrícola de Rússia. Antes de a proibição ser ditada, havia 236 empresas brasileiras exportando carne à Rússia.


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